Eu fui um dos "felizardos" escolhido para fazer a tal prova.
Mas a prova era tão ruim, mas tão ruim, que a turma que estava resolvendo só dava risada.
Aqui vai um exemplo de uma perguntinha básica.
Já foi melhor, heim Microsoft?... ou não!
Faça o que eu digo, não faça o que eu faço. Ouça o que eu digo, não ouça ninguém.
Sociologia é frequentemente definida como “O estudo da sociedade; interação social humana”.
Este campo considera estruturas sociais, tanto Cognitiva quanto Material. Um exemplo de uma Estrutura Social Cognitiva é a instituição da religião atualmente estabelecida e como sua operação afeta a sensibilização coletiva. Por exemplo, Cristãos Pró-vida compartilham uma posição de que a “vida” humana é um elemento separado da natureza e que matar um feto é errado. Coincidentemente, o sistema monetário baseado em competição tem defensores semeando idéias como a de que competição é o estado social mais produtivo que os humanos podem desenvolver.
Estuturas Sociais Materiais, por outro lado, são muito obvias e elas existem em forma de corporações e governos, cada um tendo uma grande influência na sociedade. Claro, todas as Estruturas Sociais Materiais se espalha pelo reino Cognitivo, pois eles sempre têm uma ideologia por trás deles.
Agora, um problema sociológico comum tem a ver com a “Natureza Humana” e seu efeito em um senso coletivo. Por exemplo, a maioria das pessoas tem sido ensinada que os seres humanos são naturalmente competitivos entre si, juntamente com a hipótese de que a estratificação social ou hierarquia também é uma "tendência humana natural".
Isto é uma falácia.
Se você olhar para, digamos, um grupo de leões, você vai ver uma hierarquia social e uma violenta competição por comida na maioria dos casos. Essa comparação é o que leva as pessoas a pensarem que isto também é uma ocorrência natural na sociedade humana (guerra, ganância, ego, etc.). O que é ignorado, no entanto, são as condições ambientais presentes em cada caso. O grupo de leões existe em um mundo de Escassez. Eles não possuem a habilidade para criar armadilhas para comida, nem a comida é acessível em uma base “sobre demanda”. Eles têm que caçar e lutar uns com os outros. Isto cria uma competição naturalmente, pela sobrevivência, os leões PRECISAM ser agressivos uns com os outros. Por sua vez, hierarquia é desenvolvida para o mais forte desses leões ganhar mais, e por sua vez exercer sua dominância de uma forma estratificada.
Da mesma forma, na nossa atual sociedade humana, está acontecendo exatamente a mesma coisa. Os seres humanos têm vivido no mesmo tipo de escassez desde a aurora da existência. No entanto, à medida que o tempo passa, estamos nos tornando mais e mais "civilizados", devido à nossa capacidade de Criar. Ao contrário dos Leões, os seres humanos são capazes de criar ferramentas e pôr em marcha processos que libertam o ser humano de uma determinada tarefa ou problema, reduzindo a escassez.
Em face desta "visão" nós então vemos que, em um nível fundamental, se a escassez puder ser erradicada, o comportamento humano sofrerá uma mudança radical, se afastando da concorrência, dominação e estratificação.
Do mesmo modo, ideologias ultrapassadas que não resistem ao teste do tempo, tais como religiões teístas, compondo este mito de que os seres humanos e a sociedade são construídas de uma certa maneira. Por exemplo, a ideologia Católica afirma que os seres humanos "nascem com pecado."
Isso é um absurdo, obsoleto e baseado em um entendimento do comportamento humano primitivo.
Não há diferença entre o bebê Gandhi ou o bebê Hitler... é o ambiente que molda a pessoa e, consequentemente, a sociedade (e vice-versa).
Portanto, a verdadeira mudança Sociológica virá ao se remover as condições que fazem com que o padrão de comportamento aberrante polua as nossas sociedades. Prisão, Polícia e as Leis são meros retalhos e, na verdade, tendem a piorar as coisas ao longo do tempo.
Em última análise, é necessário um redesenho da nossa cultura para mudar o comportamento humano para melhor.
Quando nós consideramos a relevância de nossas estruturas sociais e ideologias em sociedade, muito freqüentemente nós vemos governos, políticos e corporações como guias organizacionais e instituições catalisadoras responsáveis pela qualidade de nossas vidas. Isto é, claro, verdade… mas somente até certo ponto. Conforme o tempo passa, seres humanos se tornam mais e mais conscientes da natureza, seus processos, e assim se tornando capazes de derivar inferência sobre como imitar a natureza em toda a sua glória criativa.
O resultado tem sido Tecnologia, que é o que separa nós humanos das outras espécies tanto quanto funcionalidade. Nós temos a habilidade de criar em inúmeras maneiras. Se nós não queremos limpar esgotos, nós podemos criar uma máquina para fazer isso para nós.
No começo da Era Industrial, uma grande maioria das pessoas trabalhou em fábricas. Hoje, a automação compreende 90% de quase todas as fábricas. Isso tem substituído humanos e criado uma grande e artificial industria de “serviços”, para manter humanos empregados para ganhar dinheiro.
Esse padrão é muito revelador. Isto implica que a automação por máquinas está constantemente desafiando a regra geral da escravatura humana. Isso não significa que os humanos não vão ter “nada para fazer” conforme o tempo avança. Muito pelo contrário… isso implica na libertação da humanidade de trabalhos que humanos não se interessam em fazer, assim eles terão tempo para prosseguir com aquilo que eles escolherem. Em contrapartida, é importante lembrar que a sociedade hoje assume uma postura muito negativa em relação a humanidade, retendo a crença de que se um sere humano não é “necessário” para fazer alguma coisa, ele deve somente se sentar, ser preguiçoso e não fazer nada. Essa é uma propaganda absurda.
A noção de “lazer” é uma invenção monetária, criada por causa da base opressiva e fascista da instituição de empregos por si só. Preguiça é, na verdade, uma forma de rejeição do sistema. É uma qualidade que só existe por causa da opressão e precisa de servidão para ocorrer.
Em uma sociedade de verdade, não haveria essa separação entre “trabalho” e “lazer”, para que humanos possam seguir os propósitos que eles acharem interessantes. Para colocar de outra maneira, considere a curiosidade e o interesse de uma criança. Ele ou ela nunca souberam o que é dinheiro... Eles precisam ser motivados pelo dinheiro para sair e explorar ou criar? Não. Eles têm interesses pessoais e os perseguem sem nenhuma recompensa. Na verdade, os grandes contribuidores da nossa sociedade, tal como Einstein, Newton ou Galileu, fizeram o que fizeram sem nenhuma recompensa em dinheiro. Eles fizeram por que eles quiseram. O ato de fazer e contribuir eram sua recompensa.
O ponto aqui é que dinheiro não é um incentivo verdadeiro para nada, e pensar o contrário é assumir que os humanos são inerentemente preguiçosos e corruptos. Preguiça e corrupção são produtos da condição que nosso sistema social criou.
Agora, voltando à tecnologia, nós notamos que a nossa qualidade de vida, tanto quanto funcionalidade, tem sido bastante aumentada pelos benefícios das ferramentas tecnologias que nós criamos. De um cortador de grama a um marca-passo, a tecnologia salva vidas e diminui a quantidade de tempo que nós precisamos gastar em atividades mundanas, difíceis ou perigosas. Na verdade, se analisarmos bem, começa a ficar claro de que o desenvolvimento tecnológico é a instituição mais importante que nós temos e a busca da sociedade por tecnologias úteis (não armas) deve ser a prioridade mais alta da cultura.
Ao mesmo tempo, desenvolvimento tecnológico é desafiado por uma linha de pensamento particular, ou processo… isso pode ser chamado de “O Método Ciêntifico”. Carl Sagan disse uma vez algo parecido com “A sociedade se aprofeita dos dons da ciência, mas rejeita seus métodos”.
Isto é uma grande verdade da era moderna, na qual o publico não consegue entender que ciência não é somente uma ferramenta… ela tem uma funcionalidade universal que pode ser aplicada a sociedade de maneiras que muitos nem pensam a respeito.
Parece óbvio que a Tecnologia melhora as nossas vidas e nos serve como a grande libertadora da vida humana no reino material… então por que seus métodos não são aplicados a sociedade como um todo?
Obviamente, o método científico é usado constantemente para sistemas isolados, mas ele nunca foi realmente considerado de maneira mais ampla. Isto se deve em grande parte às velhas superstições, que lutam contra a lógica da ciência em favor de uma visão de mundo dogmática, atrasada e muito romantizada.
Se nós tivéssemos a opção de reconstruir a sociedade do zero, como nós faríamos isso para ser o mais eficiente, sustentável e humano possível? Essa é a nossa perspectiva. Obviamente, nós não podemos construir uma sociedade do zero, mas o ponto está claro. É o momento de nós pararmos de pensar sobre as limitações e preocupações monetárias, e começar a pensar sobre a possibilidade que nós temos aqui na Terra de uma maneira geral.
Este é o interesse que criou o conceito de uma “Economia Baseada em Recursos”. O Projeto Vênus tem trabalhado nesse conceito por muito tempo e suas fundações são muito simples. Nós sobrevivemos, preservamos e maximizamos o uso dos recursos do planeta em conjunção com informações livres e desenvolvimento tecnológico.
Nessa visão, pouco é deixado para interpretações subjetivas, por que é uma estratégia derivada cientificamente para construção social em si. A partir daqui, os parâmetros científicos trabalham eles mesmos tanto quanto seja possível.
